Entrevistei o jornalista Ilgo Wink, ex-Correio do Povo, que hoje se aventura na W/Com, assessoria fundada por ele, e em outros empreendimentos como a 1983. Bom, qualquer cervejeiro gremista já entendeu do que se trata, né?
Voltando ao tema da aula, a implantação de um negócio próprio depende de vontade e know how. O Ilgo é um exemplo. Conta com anos de jornalismo e uma bagagem de muito contatos. Juntou a experiência com o desejo de empreender, mas alerta para o que vive no dia-a-dia de assessoria de imprensa. Segundo ele, o fundamental é saber quais são as necessidades e os objetivos do cliente. "Algumas vezes o auxílio é complicado e o cliente tem uma expectativa maior de retorno em relação ao que você tem para oferecer", diz Wink.
Por isso, honestidade é fator decisivo e requer inclusive coragem de eventualmente se negar a aceitar um trabalho quando "não se tem pernas para isso". Do que adianta prometer e não cumprir prazos? Esse é um erro comum entre os iniciantes e iniciados também.
E uma lição bem legal do jornalista/empreendedor: reuniões rápidas. Se você não tem tempo a perder, muito menos tem seu cliente!
Ou seja, objetividade e foco sempre!
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Ah, não poderia deixar o leitor na dúvida, não é?
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