Sílvia Schneider utiliza um exemplo de uma indústria de alimentos do interior do Estado – não consegui arrancar dela o nome da empresa (viva a ética profissional!), apesar de eu ter um palpite... – na qual ela prestou consultoria. A empresa só tinha o básico do departamento de RH. Com um trabalho de aproximadamente três anos, foi instalada uma política de recrutamento interno e a conseqüente identificação de potenciais e a implantação de treinamento de lideranças. Além de pesquisa de clima, ações de endomarketing, incentivos e PPR (Programa de participação de resultados). Legal, é que funcionários, gestores e acionistas ganham, o que geralmente pode refletir lá na prateleira para o consumidor.
Claro, que não é tão simples quanto parece: “Difícil é mudar a cultura de uma empresa com mais de 40 anos de mercado e cultura corporativa cristalizada. É preciso mostrar que não estamos trabalhando com custo, mas com investimento”. Parece que a Sílvia conseguiu.
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